O meu baú da justiça
Justiça ou organização criminosa?
1 – Veremos se após a revelação que se segue, a Justiça vai virar-se para dentro e demonstrar que em prol de uma sociedade organizada, com regras, visando o respeito, a honestidade e direitos humanos, irá atuar sobre a utilização do seu nome por criminosos, ou se lhes irá conceder legitimidade para o fazer.
2 – Na justiça perdura o lema “Mais vale um criminoso solto, do que um inocente preso”, e o zelo é tanto, que por mais que sejam evidentes as provas contra o criminoso, investiga-se, ou ficam parados, os processos durante anos, para tentar encontrar provas para o ilibar.
3 – Vamos observar aqui, os cinco Vícios do Ato Administrativo, Usurpação de Poder, Incompetência, Vicio de Forma, Desvio de Poder, e Violação da Lei.
4 – A revelação irá ser feita através da apresentação de documentos, cujo conteúdo mantem a sua Originalidade, não há intenção de culpar os nomes neles contidos, e não foram obtidos de forma irregular. Simplesmente irei comentar de forma acessível, por datas, os vários documentos, “Que não foram escritos por mim”, em como todas as entidades, onde operam os Especialistas da Justiça, tratam os processos simples, os transformam em complexos, aumentando os crimes, e prejudicando as vítimas.
5 – Contratei três Advogados sucessivos, pedi a intervenção da Ordem dos Advogados, e uma investigação do Ministério Público, aos crimes cometidos por Especialistas da Justiça, e Bancos.
6 – Fui perseguido, torturado psicologicamente, denegriram a imagem, a credibilidade social e profissional, suprimiram toda a subsistência económica tornando-me num precário. Tudo isto, sem nunca ter sido questionado pessoalmente por nenhum Juiz, apesar das diversas ações para que a Justiça atuasse.
7 – Os Grandes Legisladores tiveram imenso trabalho, e criatividade, para entregar um documento de cobrança ao sistema Bancário, que lhes permitisse rapidamente restabelecer financeiramente os créditos, onde houvesse dificuldade de cobrança. O Aval – Complementado com a subscrição no verso, “Dou o meu aval, e a respetiva assinatura”.
8 – Os Bancos, e Agentes de Execução retiraram a credibilidade ao Aval, esqueceram-se que este documento tinha uma responsabilidade acrescida, quando ativassem esse meio de cobrança. Nunca deveriam utilizá-lo como arma de crime, com ameaças a vítimas previamente escolhidas. É tão grave retirar a credibilidade ao aval, pela grande confiança depositada pelos legisladores, e a grande importância na economia, como os danos causados ás vítimas sendo eles irreversíveis.
9 – Processos na justiça
a) Insolvência Dolosa Pazimaq – Com uma ação Pauliana. Sem notícias
b) Penhora Banco BPI – Com várias oposições, apresentação de documento “Aceite rescisão de contratos avalisados no Banco”. Execução concluída. Excesso de penhora por devolver
c) Penhora Caixa Geral de Depósitos – Com várias oposições, um julgamento, irregularidades de vária ordem em contratos avalizados. Excesso de penhora. Execução não concluída
d) Penhora Norgarante. Execução concluída. Excesso de penhora por devolver
e) Queixa, Ordem dos Advogados
f) Pedido de investigação, Ministério Público
10 – Tudo isto está sem resolução.
Os Documentos estão apresentados da “frente para trás” (Data atual até a data do início em 2012).