O Meu Baú da Justiça

Parecer e Acordão do Inquérito Ordem

Na Justiça, o que conta é a coesão entre as entidades que a compõem, para tomarem decisões, e não os factos.

Como provam os factos descritos.

Verifica-se que essa coesão é muito consistente, e unida.

Na Justiça sabem que nas Ações Executivas, os Legisladores atribuíram uma ação “A INJUNÇÂO”, que é para prevenir fugas de bens executados, e para reporem o crédito rapidamente.

No entanto perlongaram as Ações Executivas durante, 12 ANOS.

No final da análise iremos encontrar um nome, para esta Ação Executiva. Não tem nome, porque os Legisladores não previram, que viria a ser útil nas Ações Executivas.

Os Agentes de Execução durante 12 ANOS, utilizaram todos os meios de coação, e desumanos, para obterem de alguma forma, cedência de vontade, para justificar a falta de legitimidade nas ações executivas.

Nesses 12 ANOS, apesar dos vários factos demonstrados nas várias oposições, os Juízes colaboraram sempre com essa falta de legitimidade.

Oposição à Penhora ARTº 784º

Mas há mais, porque tudo é feito em nome da economia. Não sabemos é de quem.

As ações movidas, para verificar, se tinham coragem de apresentar estes argumentos na minha presença, e que preferiram não aceitar.

O pedido de assistência, e a de ser assistente.

Recusa Assistente Insolvência
Encerramento do inquérito Ministério Público

Tudo o que contribuísse para esclarecer a verdade, foi recusado.

Tudo foi decidido, á revelia dos factos.

Tudo foi decidido, tentando justificar os crimes, enquadrando-os na legislação de forma grosseira.

Comentários